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sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Canjiquinha tradicional

Canjiquinha com costelinha e linguiça de porco
INGREDIENTES

. 1 kg de costelinhas de porco
. 200 g de linguiça defumada
. 6 dentes de alho amassados
. 1 cebola grande picadinha
. Cheiro verde picadinho
. 1 cubo de caldo de bacon
. 3 tomates sem peles picados
. 1 1/2 xícara de canjiquinha lavada
. Sal e pimenta a gosto
. Folhas de louro
MODO DE PREPARO
- De véspera, tempere as costelinhas com o alho, sal, pimenta e suco de 1 limão
- Frite as costelinhas em 1 xícara (chá) de óleo
- Depois de fritas, retire as costelinhas e despreze o óleo
- Na mesma panela, doure a linguiça cortada em cubos, frite a cebola, acrescente os tomates, a carne frita e o caldo de bacon
- Quando ferver, acrescente a canjiquinha com 500 ml de água
- Deixe ferver e abaixe o fogo
- Adicione água, aos poucos, até que a carne esteja bem macia
- Acerte o sal e sirva em seguida. (fotografia de Arnaldo Silva)

Arroz com pequi tradicional

Ingredientes
200 gramas de arroz

150 gramas de pequi
100 gramas de carne de panela
1 dente de alho picado
10 ml de óleo
50 gramas de cebola picada
Sal, salsinha e cebolinha verde picadas a gosto
Modo de Preparo
- Cozinhe a carne de panela picadas em cubinhos sem tempero e reserve
- Descasque e lave os pequis
- Coloque numa panela o óleo, cebola, alho, refogue-os adicione o pequi mexendo sempre.
Acrescente o arroz, frite um pouco, coloque água quente o suficiente para cozinhar o arroz, tempere com sal e cozinhe até o arroz ficar macio.
- Quando estiver quase cozido, acrescente a carne de panela e mexa até que se misture toda no arroz. Tampe, espere secar.
- Por fim, coloque cheiro verde por cima e sirva.
(Por Arnaldo Silva com fotografia enviada por Julianete Campos de Morada Nova de Minas)

Arroz com pequi e lombo

Ingredientes
10 pequis frescos
1 1/2 de lombo de porco 
500 gramas de arroz bem lavado e escorrido
2 cebolas médias picadinhas
1 colher de sopa de açafrão
1 colher de sopa de alho amassado
1/2 copo americano de óleo
Pimenta a gosto
Sal a gosto
Água fervente o quanto baste
Preparando o lombo
- Tempere o lombo com o sal e seus temperos preferidos, esfregando bem na carne e deixe descansando por 45 minutos.
- Aqueça óleo em uma panela de pressão, coloque cebola e pimentão e doure o lombo, virando-o.
- Coloque água, ligue o fogo e quando iniciar pressão, deixe cozinhando por 30 minutos.
- Após esse tempo, desligue o fogo, espere esfriar e reserve.
Preparando o Arroz com pequi
- Numa panela coloque óleo e douro a cebola.
- Misture o alho, o açafrão e os temperos que desejar.
- Coloque os pequis, mexa e por fim, o arroz e misture tudo.
- Coloque água quente, acerte o sal e deixe cozinhando até o arroz estiver cozido a seu gosto
Montando o prato
Coloque o arroz com pequi no prato, farofa de cenoura com linguiça picadinha e por cima fatias de lombo. Prontinho. Bom apetite!
Por Arnaldo Silva, com fotografias de Edson Borges de Felício dos Santos MG

Conheça o Ora-pro-nobis

     Muito popular nos quintais, fazendas e sítios em Minas Gerais, o Ora-pro-nobis é uma das plantas mais usadas na culinária dos mineiros, pelo seu sabor e nutrientes. Seu nome científico é Pereskia aculeata e foi "batizada" em Sabará, cidade histórica a 20 km de Belo Horizonte por Ora-pro-nobis. 
     Nos fundos da igreja existia várias Pereskia aculeata e quando senhoras estavam colhendo as folhas para usarem em seus pratos, o padre rezava em voz alta a oração em latim do Ora-pro-nobis, que significa, "orai por nós". Curiosos em saber o nome da planta que tanto consumiam no feijão e no frango, um garoto resolver ir até a sacristia e indagar ao padre qual seria o nome da planta. Irritado com a insistência do garoto, o padre aumentou a voz e repetia várias vezes "ora-pro-nobis, ora-pro-nobis, ora-pro-nobis...." ai o garoto saiu correndo e disse para todo mundo que o padre tinha dito que a planta se chamava ora pro nobis. Assim se popularizou o nome. Em algumas regiões mineiras, é chamado também de lobrobó.
     O que era uma "mistura" na comida das pessoas simples, é hoje reconhecida como uma das plantas mais ricas em nutrientes, chamada de "carne dos pobres". É muito consumida por veganos, que fazem dietas de carne. Além de ser usada no feijão, no tutu, no frango com quiabo, hoje, se faz com ora-pro-nobis sorvete, sucos, farinha, sopas, saladas, pudim, além de ser usadas em pães, tortas e outros pratos.
     Para se ter ideia da quantidade de nutrientes da ora-pro-nobis, em 100 gramas de folhas da planta encontra-se 20 gramas de proteína. Além de proteínas, é rica em ferro, fósforo, fibras, vitaminas A, B e C.
Esses nutrientes proporcionam esses 10 benefícios para a saúde:
1 – Auxilia no controla diabetes
2 - Reduz o colesterol ruim
3 - É fonte de ácido fólico
4 - Age como antioxidante
5 - Age como analgésico
6 - É fonte de proteínas
7 - Ajuda no combate e prevenção da anemia
8 - Ajuda no combate ao envelhecimento precoce
9 - Ajuda na hidratação da pele
10 - Age como anti-inflamatório
     Além dos benefícios da planta para a saúde, do sabor que dá aos nossos pratos, a beleza de suas flores encanta, além de atrair abelhas e outros polinizadores.
(Por Arnaldo Silva, com fotografia de Beatriz do Lino de Bocaiuva MG)

Azeite e cosméticos de abacate

O abacate é uma das frutas mais populares do nosso país. Já há algum tempo, tem se tornado foco de muitas pesquisas. 
     Atualmente,os subprodutos do abacate também têm ganhado visibilidade e, por sua vez, estudos inéditos.
     O azeite de abacate é um desses subprodutos. Riquíssimo em vitaminas e antioxidantes, além do uso comestível e culinário, há a possibilidade da sua utilização na cosmética. 
     E esse é outro segmento desenvolvido pela Flor do Abacate, indústria idealizada pelo engenheiro agrônomo José Carlos Gonçalves e situada em São Sebastião do Paraíso,sudoeste mineiro.
     O projeto tem como foco, aproveitar o abacate em sua totalidade. E, gradativamente, isso tem sido alcançado: a produção do azeite de abacate, extraído da polpa do fruto, já é uma realidade.
     Neste momento, outro passo é dado: consiste no desenvolvimento de uma linha de cosméticos, que tem como principal ingrediente, este valioso azeite.
     Os primeiros produtos são destinados à pele: hidratantes para mãos, pés, corpo, área dos olhos, rosto, além de um sabonete facial muito especial.
     Toda a produção é enriquecida com doses muito generosas do mais puro azeite de abacate.
     O resultado são cremes muito encorpados,altamente hidratantes e nutritivos. Possuem fragrância suave,unissex, sem adição de corantes e aprovados pela Anvisa.
     A presença de vitaminas A, E estão garantidas. Elas promovem e auxiliam na prevenção do envelhecimento precoce da pele, já que a hidratação está verdadeiramente presente nos produtos.      

Mais informações com Junia pelo telefone 35 988767922 ou pelo site:www.avolovers.com.br

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Tamarindo: usos e benefícios

Muito consumida em Minas Gerais e em estados do Norte e Nordeste do Brasil, o Tamarindo (Tamarindus indica), é uma planta originária das savanas africanas. Da árvore são utilizados o fruto, as sementes e a madeira.
Fruto: a polpa, com sabor agridoce, é usada no preparo de doces, bolos, sorvetes, xaropes, bebidas, licores, refrescos, sucos concentrados e ainda como tempero para arroz, carne, peixe e outros alimentos.
Sementes: ao natural, servem de forragem para animais domésticos; processadas são utilizadas como estabilizantes de sucos, de alimentos industrializados e como goma (cola) para tecidos ou papel. O óleo extraído delas é alimentício e de uso industrial.
Madeira: o cerne da madeira é de excelente qualidade e pode ser usado para diversas finalidades; forte, resistente à ação de cupins, presta-se bem para fabricação de móveis, brinquedos, pilões, e preparo de carvão vegetal.
Benefícios do Tamarindo: A fruta é rica em potássio, cálcio, ferro, fósforo, manganês, vitaminas C e E, vitaminas do complexo B e fibras. Os compostos orgânicos presentes no tamarindo fazem da fruta um ótimo oxidante, anti-inflamatório e antiácido, por isso é um ótimo auxiliar no combate ao mau colesterol, diabetes, gordura no fígado, osteoporose, anemia e pressão alta.
Como consumir tamarindo: A melhor forma de aproveitar os nutrientes e benefícios do tamarindo é através do suco. Basta retirar as sementes da fruta, batendo no liquidificador a polpa com água, açúcar e se preferir, pode misturar com outras frutas como abacaxi, morango, mamão, etc. 

(Por Arnaldo Silva, com fotografia de Maria Mineira - Fontes de consulta: Wikipédia  e Cura pela Natureza )

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Aprenda a cultivar e preparar chuchu-de-vento

     Bastante consumida no Norte de Minas, fruto contém ações purgativas, anti-inflamatórias, hipoglicemiantes e redutoras do nível de colesterol.
Foto Divulgação/Jornal Cooperando
Você já ouviu falar de um fruto comestível chamado chuchu-de-vento? Diante do nome incomum, é de se esperar que ele faça parte do grupo de Plantas Alimentícias Não Convencionais (Panc). Embora desconhecido pela maioria, é bastante utilizado na culinária da região Norte de Minas Gerais e no Vale do Jequitinhonha.
     O chuchu-de-vento é o fruto de uma planta trepadeira de nome científico Cyclantherapedata, originária da América do Sul. Em Minas, a Empresa de Pesquisa Agropecuária do estado (Epamig) atua na pesquisa e no resgate de saberes e histórias de hortaliças não convencionais como essa. Além do uso como alimento, a planta contém propriedades medicinais purgativas, anti-inflamatórias, hipoglicemiantes e redutoras do nível de colesterol.
     Típico de clima tropical, o fruto não tolera baixas temperaturas, geadas e solos encharcados. Para o plantio, as sementes são colocadas em bandejas acrescidas de substratos comerciais ou húmus de minhoca. O transplante das mudas deve ocorrer apenas quando houver quatro folhas definitivas.
Confira abaixo outras dicas para o cultivo de chuchu-de-vento.
Espaçamento
     O espaçamento recomendado para o plantio é de 0,5 a 1 metro entre plantas e 1 metro entre linhas. O plantio deve ser realizado no início do período chuvoso. No entanto, em locais de temperaturas médias entre 25°C e 30°C, o cultivo pode ser feito o ano todo. No sistema convencional, o preparo do solo é feito com aração, gradagem e abertura de covas de plantio.
Adubação
     Não há recomendação específica de adubação para o chuchu-de-vento. Pode-se utilizar como referência a adubação para a cultura da abóbora ou do pepino, com base na análise do solo.
     Para melhor absorção dos nutrientes, a faixa ideal de pH dos adubos deve ser entre 5,5 e 6,5. Faça calagem se necessário e se atente para adubação fosfatada e uso de matéria orgânica, pois é preciso evitar o excesso de boro.
Tratos culturais, pragas e doenças
     O tutoramento das plantas é necessário para evitar o contato dos frutos com o solo. Para isso, uma alternativa é a cerca vertical. Porém, outros sistemas de condução também podem ser adotados.
     Há registros de ocorrência de algumas pragas como ácaros, brocas dos frutos, formigas, mosca-branca e vaquinhas. As doenças podem ser causadas por bactérias, fungos e vírus, mas não causam danos significativos ao chuchu-de-vento.
Colheita e consumo
     A colheita dos frutos, com dez a 15 centímetros de comprimento, pode ser realizada entre 80 e cem dias após o transplantio das mudas e pode perdurar por 40 a 60 dias.
     A comercialização de chuchu-de-vento é feita por agricultores familiares em pequena escala, em feiras e mercados locais. Os frutos são saborosos e consumidos principalmente recheados com carne ou cozidos na forma de ensopados ou assados (veja a receita).
Com Agência Minas

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